ASN próprio permite que o provedor estabeleça políticas de roteamento e se relacione com múltiplas operadoras. Porém, a autonomia só aparece quando documentação, endereçamento, BGP e operação estão preparados.
Quando o ASN faz sentido
- Necessidade de múltiplas operadoras.
- Uso de blocos próprios de IPv4 ou IPv6.
- Busca por autonomia de anúncios e contingência.
- Crescimento que exige governança de recursos.
Preparação documental
- Organize dados do titular e contatos técnicos.
- Mantenha justificativas e topologia coerentes.
- Defina responsáveis por abuse e operação.
- Evite iniciar a solicitação sem plano de implantação.
Preparação técnica
- Escolha equipamento de borda compatível com a tabela esperada.
- Defina peering, VLANs, endereços e políticas.
- Planeje filtros, RPKI, blackholes e monitoramento.
- Crie rotas que sustentem os prefixos anunciados.
Depois da concessão
- Configurar ASN não encerra o trabalho.
- Anúncios precisam ser validados por operadora.
- DNS, WHOIS, RPKI e abuse devem permanecer atualizados.
- Mudanças e contingências precisam ser documentadas.
Checklist de validação
Justificativa
Topologia
Operadoras
Equipamento de borda
Plano de prefixos
RPKI
Contatos
Em ambiente de produção
Não aplique comandos ou políticas sem compreender topologia, dependências, impacto, acesso alternativo e rollback.
